sábado, julho 04, 2015

Nina no colinho do Secretário de Segurança do Rio Grande do Sul

Esse senhor com a Nina no colo é a mais alta autoridade na área da Segurança Pública do nosso Estado, o Doutor Wantuir Jacini, meu colega Advogado e Delegado da Polícia Federal, apontado pela crítica especializada como o mais conceituado delegado federal do País. Foi um imenso prazer reencontrar esse amigo, que está dando um verdadeiro show na área de segurança do nosso Estado. Deu-nos a honra de sua presença em nossa cidade e distinguiu-nos com um almoço em sua companhia.

Nina e o Batista

Esse é o nosso amado amigo Batista, um dos mais promissores e talentosos empresários do Estado, proprietário do Grupo Batista, uma pessoa fabulosa. Apaixonado pela Nina e ela por ele, cada vez que se encontram são beijos e abraços. Afora a amizade que os une, a Nina é o xodó do restaurante, tem cadeira cativa, conhece todo mundo, até o pessoal de fora estranha quando eu ando sozinho. Dias atrás, ela chegou tarde, fora de hora, e queria coxinha de frango. Não tinha. O pessoal não se fez de rogado, foram para as câmaras, acharam uma coxinha e fritaram para a Nina. É claro. essa distinção é o reconhecimento e a visão do Grupo Batista que sabe entender a alma de uma criança e o tratamento não é só a Nina, é a todas as crianças que frequentam o restaurante e a lancheria do Grupo. Amor e sensibilidade, marcas do Grupo. 

Almoçando no Batista

Nina, com a linda japona de inverno, presente do papai. No almoço de hoje no Grupo Batista. 

Prato cheio, sempre almoçando no Restaurante do Batista. 

Nina e Gabi

Nina e Gabi, nossa amiguinha, filha do casal de amigos do Grupo Batista, Dra. Aline e Dr. Madalosso, na hora do almoço de hoje.


Sábado a noite com meus lindos amores

Claro, já passava da meia noite, era, portanto, sábado. A Nina, agora, fotógrafa, adora fazer selfies. Uma noite linda, divina, abençoada e maravilhosa. Deus está no comando, Deus não nos abandonou. A Karine é uma mulher virtuosa, um coração bom, uma pessoa decente; noto o quanto ela ama as pessoas em sua dedicação pela medicina. Foi esse mesmo amor e com esse mesmo aporte afetivo, que ela incorporou eu e a Nina em sua vida. Somos uma harmonia só. Só peço a Deus que nos dê essa paz permanente e amplie nossa felicidade.

Curtindo o frio do Rio Grande do Sul e pose para minha amada filha (a arte da foto é do outro amor)

Pose clicada pela Nina, na tarde dessa sexta-feira, finalzinho de tarde, com todo esse frio. Mas o que a gente não faz para agradar a uma filha? 

Uma noite maravilhosa com meus amores

Na noite dessa sexta-feira, a Nina reencontrou o amor da Dra. Karine, do Marquinhos e desfrutamos horas agradáveis num convívio de muito amor, fraternidade, familiar e de solidariedade. A cena  para ilustrar o blog é própria Dra. Karine, nosso grande amor, digo nosso, porque eu não sou sozinho, ela divide-se entre eu e a Nina. E eu e a Nina, dividimo-nos entre ela e o seu estimado filhinho, o Marquinhos, um doce de criança, meigo e querido; elegeu a Nina como sua amiguinha especial.

sexta-feira, julho 03, 2015

Cenas em família hoje a tarde

Hoje a tarde fui buscar minha filhinha amada. Como sempre, a viagem acaba sendo longa, pois sempre preciso parar para as fotos, cenários, paisagens ...  amores, beijos melados....

A Nina queria que eu tirasse uma foto sem roupa. Com todo o frio, não a desagradei. Pensei no meu querido amigo Barbará e criei coragem. Com todo o frio da tarde dessa sexta-feira, tirei a blusa pela minha filha. 

Anjo amada, lindona do papai. Olhos azuis que começam a mudar de cor. Acreditem, os olhos de Nina estão ficando verdes, a exemplo dos do paizinho dela. 

Parada no velho muro de pedras do campo santo. 

BOA SEXTA-FEIRA PARA TODOS

Tarde com chuvisco, frio e prelúdio de muito frio. Cumprindo meu ritual de pai de final-de-semana, estou saindo para Maçambará, buscar minha filhinha, que fica até domingo comigo. Já fiz as compras, de sempre: duas barras grandes de chocolates, uma branca e outra preta, 2 latinhas de refris pequenas, um kinder ovo e uma boneca, devidamente empacotada, bem como ela gosta. Depois, quando entra no carro, é uma festa só.

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Quando eu digo que sou mais conhecido como "pai da Nina", tem gente que acha que a brincadeira. Tive que dar boas risadas, hoje, com minha amada Dra. Karine Peixoto; fez um documento e colocou meu nome completo: JÚLIO CÉSAR DE MELLO PRATES. É um ato falho, apenas isso, mas revela a extensão do peso que a Nina assumiu.

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Ontem, estava no FORUM ESTADUAL e encontrei meus amigos Guilherme Bonotto Berh e Deputado Bianchini. Conversamos longamente. Com prerrogativas constitucionais e foro privilegiado, é impressionante a decência e a humildade do Bianchini. Sentado, na fila, esperando ser chamado. Um exemplo elogiável, diga-se de passagem. Se fosse outro deputado, seria um cerimonial, com assessores e recepção pela direção do FORUM, com direito a todos os ritos protocolares. 

TeacherHebrew

Shalom JULIO CESAR DE LIMA PRATES , 

Esta semana eu visitei uma amiga cujo sobrenome me fez pensar sobre como os sobrenomes começaram entre os judeus. O sobrenome dela é Bachar, e depois de um pouco de pesquisa eu aprendi que o sobrenome Bachar (בכר) tem origem nas iniciais de
"בן כבוד רבי" (ben kavod rabi), que significa "filho do rabino honrado". É um nome que foi dado originalmente aos filhos de rabinos famosos e geralmente aparecia entre os nomes do filho e do pai - por exemplo, Itzak Bachar Yossef.


Quer saber mais sobre a origem do seu sobrenome ?
Atentamente,
Noa_hebrew
Noa Badihi-Kalfus, eTeacherHebrew
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Reflexão para uma sexta-feira chuvosa

...diz a lenda q a pessoa q foi traída uma vez fica marcada pro resto da vida...


Advogada Carla Albuquerque

O papel de um pai

De posse de uma ampla documentação, vou publicar uma série de matérias que envolvem minha filha, a mentira que houve nos autos, a minha luta pelo restabelecimento da verdade e o exercício do papel de um pai, que não deve ceder nunca, e, se necessário for, dá a própria vida em busca de verdade e em busca de honra de sua própria filha. 

Não me importa, doravante, quem será responsabilizado, não terei piedade de ninguém, que saltem todos os podres, inclusive os meus, mas que a Verdade, ao final, triunfe. 

Se a situação não estivesse insustentável, eu jamais estaria escrevendo essa matéria, 4. 40 da manhã dessa sexta-feira. 

quinta-feira, julho 02, 2015

Exercício solipsista

As leis são temporais e são corruptíveis ante o fluxo perpétuo da história. A rigor, as leis escritas tem por escopo, numa certa temporalidade, a superação das contradições sociais, intendendo a corporificação do Estado.

É desse modo, corporificando-se, que a superestrutura vai engendrar os mecanismos de repressão do instinto, formando um abismo intransponível entre a pessoa e o Estado. Exemplo de lei que veio, ontologicamente, com o propósito e tornou-se um descalabro, é a lei Maria da Penha. 

Inconstitucional, se presta para vinganças e revanches pessoais entre homem e mulher. Se por “A” ou “B”     motivo a mulher decide se vingar do marido, até por ciúmes da professora da filha, vai numa delegacia, registra uma ocorrência, ganha medidas protetivas e o marido sequer tem chances de se defender. Se o propósito, a rigor, era proteger a mulher de violência doméstica, o propósito era absolutamente justo, mas hoje descambou para propósitos escusos, pois na medida em que os princípios constitucionais da ampla defesa e do contraditório não são obedecidos, a Constituição rasgada, não mais podemos falar em Estado democrático e de Direito, portanto, anarquia e anomia tomaram conta.

O ser humano, mais precisamente o homem, vai nadificando-se na medida que o complexo da estrutura se constitui na totalidade do Estado. Os conceitos são denominados. Em maior ou menor grau, conforme a influência da ideologia na formação do magistrado.

Nesse complexo estrutural, as entidades esmeram-se para garantir seus direitos civis. Por um lado, a pessoa física tem suas prerrogativas asseguradas ante a mesma lei que, contraditoriamente, a nadifica. 

Assim, a pessoa flutua na condição do nada, anulado, pela coerção estatal.

A categoria de pessoa devia ser juridicamente garantida, afetivando-se a dialética entre o indivíduo e o Estado.

O sociólogo alemão Max Weber, um dos paradigmas da sociologia contemporânea, assegura que participamos da totalidade povoada de pequenas engrenagens e não existe realidade mais assustadora que a anulação da pessoa, no caso do gênero masculino, na sua gênese pelas pequenas engrenagens.

Numa sociedade, de forma concorrencial, como é o nosso caso, a verdadeira lei é aquela emergida de nossas entranhas, que submeta-se aos princípios constitucionais e que trate homens e mulheres de forma igualitária. A lei escrita se torna num instrumento poderoso e eficaz de repressão jurídica, e é um modo da corporidade necessária de uma totalidade coercitiva.

As leis engendram as condições do Estado, suprimindo o conteúdo ideológico de cada  um de nós.  A condição determinante da estabilidade das leis escritas é o grau de alienação do homem, que se acomoda, por temor, na miséria material e moral.

Nesse complexo estrutural  a lei possui o sentido de alienação metafísica à crença impostergável do Estado e a sujeição ao complexo superestrutural jurídico.

Assim, a própria estrutura vai ser a conservadora das leis ao impedir seus questionamentos.

A construção de uma lógica jurídico-discursiva assenta-se, sobretudo, nas premissas lançadas ao debate; dessa forma, a coerência de uma argumentação encontrará, maior ou menor aceitabilidade, se estribada na lógica e na consistência de suas fundamentações. Contrário disso, as construções viram sofismas.

Nicola Abbagnano, em seu clássico Dicionário de Filosofia nos ensina que sofismas são “raciocínios cavilosos ou que levam a conclusões paradoxais ou desagradáveis...nesse sentido até os argumentos duplos podem ser chamados de sofismas”. Aristóteles chamou de sofística a sabedoria aparente, mas não real e esse passou a indicar a habilidade de aduzir argumentos capciosos ou enganosos.

Raciocínio caviloso, sofismas, são leis absurdas, que surgem com um propósito e acabam virando outro, bem diverso de sua concepção jurígena preludiante, é notoriamente o caso da Lei maria da penha. 

quarta-feira, julho 01, 2015

Suseranagem e vassalagem, a triste reprodução de uma concepção discriminatória


Ao produzir sua monumental obra “A Coluna Partida”, Frida Kahlo sintetizou um pouco de sua vida pessoal, dos seus dramas com o acidente que deixou seqüelas para o resto de seus dias, as cirurgias, o colete de aço e as dores. Na tela, Frida retratou um pouco de si mesma conduzida pela coluna grega partida, dos pregos às lágrimas, ela quis sintetizar a extensão dos seus sofrimentos.

Quem não tem um pouco de Frida em sua vida?

Todos nós somos marcados por sabores e dissabores, choros e risos, festas e tristezas. A rigor, não existe uma linha na vida que apenas conduza os fatos para um único lado, seja o lado bom, seja o lado dos acontecimentos que nos entristecem. Mesmo que nos esforcemos para assimilar a desgraça, a dor e as privações como segmento inerente ao cotidiano, às dificuldades de assimilação sempre nos assolam e quando chegam, provocam efeitos devastadores.

A principal válvula de escape institucional para o enfrentamento das desgraças da vida continua sendo a religião. Na religião, encontramos conforto e fuga para o enfrentamento das dores. A ilusão de que um ente querido vai para os céus após a morte é um consolo fantástico. Basta acreditar e a superação está com meio caminho andado. Difícil mesmo é trabalhar a vida e a morte, as dores e as desgraças, como parte inerente da vida, sem consolos, sem fugas, sem abstrações de cunho metafísico. Difícil mesmo é mimetizar as dores e angústias da vida e vivê-las de frente, tais como são, puras, cruas, sem subterfúgios, sem escapes, sem fugas.

As pessoas de um modo em geral tendem a julgar o ateu como desprovido de sentimentos. Nada mais errado. O ateu têm sentimentos como qualquer outra pessoa. Sofre, chora, sorri, lamenta-se.


A vida, para pessoas como eu, é bem mais complicada, é marcada por um sentimento muito profundo de especulação sobre a dor, sobre a desgraça, sobre a morte...quando me defronto com a morte de alguém, caio numa profunda introspecção, penso, penso, analiso, não encontro respostas...já a pessoa que tem uma crença pré-definida, ela acredita na crença e pronto...tudo é mais simples, não tem especulações outras, não tem espaços para dúvidas e questionamentos. Para as pessoas que crêem, tudo é mais fácil, basta acreditar na crença.

Eu desejo profundamente acreditar em algo. Busco.

Mas hoje, particularmente, nessa noite tristonha, de tempo nublado, de céus coberto por nuvens escuras, experimentei uma dessas raras sensações de tristezas.  Ao entrar em casa, sozinho, ao sentir o vazio, fui assaltado por uma estranha onda de incerteza, insegurança, quase um pânico. Não tenho gostado de certas arrogâncias, estão me fazendo mal. O que era já não é mais como era.

E agora, no vazio, na solidão, os reflexos da preocupação afloram em meio aos sintomas depressivos de um dia nublado e tristonho.

Foi, então, que lembrei-me de Frida Kahlo que externou seus sentimentos na arte, na confecção de um quadro, e na tela, traduziu jogos de sentimentos e mesclou dissabores com os sabores da arte.

Um dos melhores livro que li em minha vida foi “A NECESSIDADE DA ARTE”, de Ernest Fischer, e foi justamente, a partir dessa concepção estética, que tentei dar forma a uma outra manifestação de expressão: a escrita. 


Ao invés da pintura de Frida, sem ser poeta, expresso também minhas angústias, dores, sentimentos e incertezas na tela virtual, numa socialização interativa, mas não menos expressiva.

Os ritos protocolares, onde uns são tratados de forma diferente dos outros, são abomináveis...por mais que eu escreva, jamais vão entender onde eu quero chegar quando proclamo por igualdade entre as pessoas. Não entendo porque distinguirem-se as pessoas pelos cargos, pelo dinheiro que uns têm mais que os outros. As diferenças, aqui, ao contrário, se mostram num princípio de superioridade artificial, onde cargos e matéria determinam a anfitrialidade piegas e a concepção de dominação é realçada. Por minha profunda divergência com essa visão é que me bloqueia. É o descompasso que tanto falo.

Eu queria tanto transcender o feudalismo.

Mas – enfim – descubro-me como Frida, que era tão socialista quanto eu tento ser. Menos mal que Dilma ultrapassou os serraneios. Poderia ser cálido?

Dia da Neve em Santiago, em 1965, arte inédita do cartunista "Santiago", clique em cima da imagem para ampliá-la

Era o dia 1º de julho de 1965.